Colposcopia: exame detalha lesões de HPV e alterações no colo uterino; por Dra. Aparecida Monteiro, da Clínica Previne Mulher Ipanema

Posted July 9, 2015 by Rejane Medeiros in Beleza & Saúde

A vida da mulher é cheia de compromissos. E um dos que mais importa no final, é a atenção à saúde, já que sem ela é impossível seguir em frente. E a saúde íntima é de extrema importância. E um exame complementar  realizado nos consultórios e clinicas ginecológicas é a Colposcopia feito através de um aparelho chamado colposcópio que possui lentes de aumento para que o colo do útero, vagina e vulva sejam avaliados com maior detalhamento.

No exame de rotina, quando se colhe material para o Papanicolau, determinadas alterações não são vistas a olho nu, necessitando do colposcópio. Durante o exame, utilizamos o soro fisiológico, o ácido acético e a solução de lugol. A paciente fica em posição ginecológica durante o exame, como no Papanicolau (preventivo do câncer de colo uterino), também é utilizado o espéculo vaginal (bico de pato) para visualizar o colo do útero. O colposcópio é aproximado da paciente, mas não entra em contato com ela. O médico poderá fotografar o colo para a complementação do laudo.

As indicações mais comuns para a realização da colposcopia são: quando o resultado do preventivo sugere alterações relacionadas ao vírus HPV, quando o colo uterino parece alterado e em casos de sangramento do colo uterino. Com o exame colposcópico, o médico identifica a área alterada e, dependendo do caso, se há a necessidade de ter uma biópsia. A biópsia é o exame realizado para a retirada de um fragmento de tecido, nesse caso do colo uterino, vagina ou vulva.

O exame pode trazer um desconforto pela ardência dos líquidos utilizados, mas é leve e passageira. Quando é realizada a biópsia, um desconforto local ou uma dor em cólica pode ser referida. A anestesia local antes da biópsia não é obrigatória, depende do médico e da paciente. Para realizar o exame, a mulher não deve estar menstruada. Sugere-se que não utilize creme vaginal, tampão, ducha e que não tenha relação sexual no dia anterior ao exame.

A paciente pode ter sua rotina normal de vida após a colposcopia. Durante o dia a calcinha pode ficar amarronzada pelo líquido que foi administrado (lugol). Se a biópsia foi realizada poderá acontecer a saída de secreção fluida com sangue. Normalmente, mesmo após a biópsia, é possível que a paciente volte a sua rotina normal de vida. Orienta-se evitar uso de tampão vaginal, ducha e relação sexual nos próximos 7 dias após a biópsia.

O resultado da colposcopia sem necessidade de biópsia será dado segundo impressão do médico que fez. O resultado final é dado com o resultado da biópsia e poderá ser negativo, se a amostra coletada está livre de doença ou pode diagnosticar lesões relacionadas ao vírus HPV, daí o ginecologista indicará ou não algum tratamento.

Na Clínica Previne Mulher, realizamos a vídeo-colposcopia, a colposcopia com documentação fotográfica, a biópsia e os tratamentos para as doenças relacionadas ao HPV.

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Por Dra. Aparecida Monteiro: médica especialista em ginecologia e obstetrícia. Formada pela UFF (Universidade Federal Fluminense), possui Mestrado em Saúde Materno-Infantil pela FIOCRUZ/IFF; Qualificação em DST pela SBDST; Pós-graduação em Vídeo-Histeroscopia; e Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela FEBRASGO. Atende em dois consultórios nos bairros de Ipanema e Tijuca.

Onde encontrá-la!

Clínica Previne Mulher: Ipanema – Rua Visconde de Pirajá, 414/sala 605

Tels.: (21) 3813-1848 e 7867-1816

Instagram: @previnemulher

Consultório: Tijuca – Rua Desembargador Isidro, 18/ sala 602

Tels.: (21) 3145-7773 e 4108-8947

 


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Rejane Medeiros